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TVE Bahia: A peça Hamlet no teatro e em documentário é o que você vai ver no Soterópolis desta semana. A gente mostra também as exposições dos fotógrafos Edward Curtis e Claudia Andujar sobre a cultura indígena
O Soterópolis desta quinta-feira (30/07), às 22 horas pela TVE Bahia, faz uma viagem pelas tribos indígenas através das lentes da suíça Claudia Andujar e do americano Edward Curtis em exposição na Caixa Cultural.
O programa destaca também o samba de raiz de Juliana Ribeiro. A cantora inicia nova temporada no Teatro Gamboa Nova. O show intitulado De Areia é uma homenagem ao samba e os seus diversos ritmos e manifestações.
A convite do Soteropolis, o ator Marcelo Prado conversou com os atores Caio Junqueira, Marcelo Flores e Fábio Lago sobre a estréia da peça Hamlet no palco do TCA. A esposa do ator Wagner Moura, Sandra Delgado, também falou com a nossa equipe sobre o documentário Além Hamlet, um registro do processo de construção da peça.
Dirigido por Silvana Moura, o Soterópolis é apresentado por Mário Sartorello e Luciana Accioly. E pode ser visto em mais dois horários: sexta (31/07) às 18h30 e domingo (02/08), às 18 horas. Quem preferir pode acompanhar o programa pela internet em tempo real. Basta acessar o site www.tve.ba.gov.br nos mesmos horários de exibição na TV.
Soterópolis TVE Canal 2
quinta-feira, 22h
sexta-feira, 18h30
domingo, 18h
por RAFAEL VELOSO em 30.7.09
Baiano na Reforma Ortográfica
DICIONÁRIO DE BAIANÊS
(Nivaldo Lariú)
TRADUÇÃO
Colé, meu bródi!
Olá, amigo.
Colé, miséra!
Olá, amigo.
Colé, meu peixe!
Olá, amigo.
Colé, men!
Olá, amigo.
Diga aê, disgraça!
Olá, amigo.
Digái, negão!
Olá, amigo. (independente da cor do amigo)
E aí, viado!
Olá, amigo. (independente da opção sexual do amigo)
E aê, meu rei?
Olá amigo.
Ô, véi!
Olá amigo.
Diga, mô pai!
Oi para você também, amigo!
Êa!
Olá, amigo.
Colé de mêrmo?
Como vai você?
É niuma, misere.
Sem problemas, amigo.
Relaxe mô fiu.
Sem problemas, amigo.
Cê tá ligado qui cê é minha corrente, né vei?
Você sabe que é meu bom amigo, não é?
Bó pu regui, negão?
Vamos para a festa, amigo?
Aí cê me quebra, né bacana.
Aí você me prejudica, não é meu amigo?
Aooonde!
Não mesmo!
Vô quexá aquela pirigueti.
Vou paquerar aquela garota.
Vô cumê água.
Vou beber (álcool).
Colé de mermo?
O que é que você quer mesmo? (Caso notável de compactação!)
Eu tô ligado que cê tá ligado na de colé de merma.
Estou ciente do seu conhecimento a respeito do assunto.
O brother tirou uma onda da porra.
O cara se achou.
Tá me tirando de otário é?
Está me fazendo de bobo?
Tá me comediando é?
Está me fazendo de bobo?
Se plante!
Fique na sua.
Se bote aí, vá!
Chamada ao combate físico.
Eu me saí logo.
Eu evitei a situação.
Shhh... Ai, mainhaaa.
Até hoje não se sabe a tradução. Sabe-se apenas que nas músicas de pagode, o vocalista está excitado com sua respectiva amante.
Ôxe!
Todo baiano usa essa expressão para tudo, mas um forasteiro nunca acerta quando usa.
Lá ele! ou Lá nele!
Eu não, sai fora, ou qualquer outra situação da qual a pessoa queira se livrar ou passar para outro.
Lasquei em banda!
Meteu sem dó nem pena.
Biriba nela mô pai.
Manda ver! (no sentido sexual da coisa)
Ó paí ó!
Olhe para aí, olhe! Essa expressão foi utilizada pela primeira vez pelo capitão português Manoel da Padaria à frente da Nau Bolseta, que por infortúnio (leia-se burrice) perdeu-se da frota portuguesa no caminho para as Índias e veio parar na Bahia; desde então foi resgatada pelo povo baiano, assíduo leitor de Camões, já que se trata de um texto apócrifo dos Lusíadas, que nem os portugueses sabiam (nenhum jamais concluiu a leitura do clássico). É muito usada por aqui, tanto que virou filme, peça teatral, música, marca de refrigerante, água de coco, barzinho, cerveja, igreja....
Num tô comeno reggae!
Não estar acreditando ou dando muita importância.
Num tô comeno reggae de (fulano)!
Não estar com medo de provocação/ameaça de (fulano)
Tome na seqüência misere.
Tomar o troco de algo ruim que você fez.
Eu quero prova e R$ 1,00 de Big-Big!
Não acreditar. O Big-Big é um chiclete muito valorizado por pessoas de todas as classes.
Sai do chão!
Frase típica e predileta das bandas de axé. O intuito da mesma é de que indivíduo se agite e curta o som tocado em questão.
Rumálaporra!
Agir violentamente contra alguém ou algo.
Rumáladisgraça!
Agir violentamente contra alguém ou algo.
Picá a porra!
Agir violentamente contra alguém ou algo.
Ei, ó o auê aí ô!
Tida como única frase universal a utilizar apenas vogais e ter sentido completo, significa parem de baderna.
Bó batê o baba?
Chamar os amigos para uma partida de futebol.
Bó pu reggae?
Chamar os amigos para a balada.
por RAFAEL VELOSO em 23.7.09
TVE Bahia: O Soterópolis desta semana mostra a coreografia do BTCA .Áfrika, dirigida por Victor Navarro e o longa Pau Brasil, de Fernando Beléns
O Soterópolis desta quinta-feira (23/07), às 22 horas pela TVE Bahia, faz uma viagem simbólica pelo continente africano através da nova coreografia do Balé Teatro Castro Alves, .Áfrika, dirigida pelo espanhol Victor Navarro.
O programa destaca também o lançamento do longa Pau Brasil , de Fernando Beléns. O filme vai ser lançado no Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual, que começa na próxima semana.
Você vai curtir ainda o Encontro Cultural Noise. O evento mescla música, poesia, moda, imagens, tatuagens e vem sendo realizado, todos os meses, na Boomerangue.
Dirigido por Silvana Moura, o Soterópolis é apresentado por Mário Sartorello e Luciana Accioly. E pode ser visto em mais dois horários: sexta (24/07) às 18h30 e domingo (26/07), às 18 horas. Quem preferir pode acompanhar o programa pela internet em tempo real. Basta acessar o site www.tve.ba.gov.br nos mesmos horários de exibição na TV.
Soterópolis TVE Canal 2
quinta-feira, 22h
sexta-feira, 18h30
domingo, 18h
por RAFAEL VELOSO em 23.7.09
TVE Bahia: Soterópolis traz uma reportagem sobre as novas experimentações do audiovisual como os filmes feitos com celular
O Soterópolis desta quinta-feira (16/07), às 22 horas pela TVE Bahia, mostra o projeto De Dentro pra Fora, comandado por Soraya Aboim. Na edição dedicada ao samba, a cantora teve como convidados o grupo Cama de Voz, Juliana Ribeiro e Raimundo Sodré.
Os costumes e impressões do povo chileno são retratados na exposição El Norte del Chil e, em cartaz na Galeria do Conselho.
O programa destaca também os novos formatos de produção audiovisual, com uma reportagem sobre os filmes feitos com celular.
No estúdio, um bate-papo com o professor e músico Jorge Sacramento. Ele conta os detalhes do Festival de Percussão da EMUS/UFBA.
Dirigido por Silvana Moura, o Soterópolis é apresentado por Mário Sartorello e Luciana Accioly. E pode ser visto em mais dois horários: sexta (17/07) às 18h30 e domingo (19/07), às 18 horas. Quem preferir pode acompanhar o programa pela internet em tempo real. Basta acessar o site http://www.tve.ba.gov.br nos mesmos horários de exibição na TV.
Soterópolis TVE Canal 2
quinta-feira, 22h
sexta-feira, 18h30
domingo, 18h
por RAFAEL VELOSO em 16.7.09
Soterópolis homenageia a bailarina e coreógrafa Pina Bausch e apresenta um panorama do desenvolvimento de Games na Bahia
O Soterópolis desta quinta-feira (09/07), às 22 horas pela TVE Bahia, destaca a crescente produção de games educacionais no Estado e traz entrevista inédita com Nelson Pretto, doutor em comunicação e pesquisador em tecnologia educacional.
Uma reportagem especial em homenagem a bailarina e coreógrafa alemã Pina Bausch. Responsável por misturar elementos do teatro à dança, Bausch definiu um novo espaço para a dança contemporânea.
A exposição Oroboro do fotógrafo pernambucano Márcio Lima revisita paisagens brasileiras para falar do ciclo da vida.
E o caldeirão sonoro da Orkestra Rumpilezz no Teatro Jorge Amado.
Dirigido por Silvana Moura, o Soterópolis é apresentado por Mário Sartorello e Luciana Accioly. E pode ser visto em mais dois horários: sexta (10/07) às 18h30 e domingo (12/07), às 18 horas. Quem preferir pode acompanhar o programa pela internet em tempo real. Basta acessar o site http://www.tve.ba.gov.br nos mesmos horários de exibição na TV.
Soterópolis TVE Canal 2
quinta-feira, 22h
sexta-feira, 19h30
domingo, 18h
por RAFAEL VELOSO em 9.7.09
Ação no STF pede reconhecimento de união gay*
A Procuradoria-Geral da República (PGR) ajuizou ontem uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo o reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo no País, da mesma maneira como são reconhecidas as uniões entre homens e mulheres e com os mesmos direitos e deveres. De acordo com a apresentação do recurso, a união entre pessoas do mesmo sexo "é uma realidade fática inegável, no mundo e no Brasil".
"Acreditamos que este tema não é matéria de lei, mas de interpretação constitucional", afirma a procuradora-geral da República, Deborah Duprat, responsável pela ação. Ela usou o recurso jurídico da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), instrumento aplicado quando se acredita que um direito fundamental está sendo alvo de interpretações divergentes. "O que pedimos aos ministros é que seja feita para as uniões entre pessoas do mesmo sexo a analogia com a união estável entre homem e mulher", explica.
Para a procuradora, a recusa em reconhecer essas uniões fere a Constituição, principalmente nos artigos que tratam dos princípios da dignidade da pessoa humana, da igualdade e liberdade entre os cidadãos, da vedação de discriminações odiosas e da proteção à segurança jurídica. A ação traz ainda cópia da representação do Grupo de Trabalho de Direitos Sexuais e Reprodutivos da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão e pareceres dos professores titulares de Direito Civil e de Direito Constitucional da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). A ADPF foi distribuída ao ministro Carlos Ayres Britto.
*As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
por RAFAEL VELOSO em 3.7.09
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